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A família ajudando o dependente químico

Família geralmente é sinônimo de amor, união, aprendizado e felicidade. Mas as coisas nem sempre vão 100% bem e muitos desafios podem surgir. Alguns pequenos, outros um pouco maiores. Como o vício em produtos químicos. Nesse caso, como a família pode ajudar um viciado em drogas? V

A primeira coisa que uma família pode fazer para ajudar um viciado em drogas é compreender a doença. Sim, a dependência química é uma doença reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Em famílias com dependência química, é comum ignorar o problema para entender o que é a dependência química e por que o familiar entrou nesta situação.
É importante entender que sempre há (ou quase sempre) um conflito psicológico por trás do vício, como trauma anterior ou mesmo outras condições psiquiátricas como depressão, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtorno bipolar etc.

A droga pode ser usada como uma muleta para resolver qualquer desses problemas. Portanto, é importante que a família não acredite que o vício em produtos químicos é um desvio de caráter, vergonha facial ou algo parecido. Também há casos em que a família ignora o problema como uma espécie de tentativa de fuga. Por exemplo, vamos imaginar um casal que tem um filho adolescente com problemas com dependência química. Os pais podem pensar, ah, mas esta é apenas uma fase. Isso é normal para jovens. Logo vá embora. Este é um pensamento perigoso que pode colocar em perigo não apenas a criança, mas toda a família.

Depois que a família compreende e não ignora o vício químico do ente querido, o próximo passo é ajudar os entes queridos a compreender sua situação. E nem sempre é uma tarefa fácil. Na verdade, na maioria das vezes é muito difícil. E mesmo que a família consiga convencer a pessoa que necessita de cuidados e a pessoa que necessita de cuidados tem conhecimento da sua situação, ainda pode recusar ajuda, apenas aceitar a sua situação sem querer mudar.

A primeira coisa a fazer é tentar entrar em diálogo com o ser. Pode ser difícil no início, como discutimos anteriormente. Mas a família não pode desistir. A família deve mostrar aos adictos que os ama, que deseja ajudá-los a ter uma vida mais saudável e feliz. Além de falar, a família também deve ouvir, afinal diálogo é uma situação em que ambas as partes falam.

Além do diálogo, a família deve mostrar a importância do ente querido por meio de gestos. Os viciados em drogas não devem ser excluídos das atividades familiares. Ao contrário, ele deve se sentir e se sentir parte da família em todas as situações. A família deve evitar julgamentos ou tratamentos que façam o adicto se sentir menos importante ou sobrecarreguem a família.

Por outro lado, a família não pode tolerar tudo o que o adicto faz. Certas atitudes que prejudicam a família não devem ser aceitas ou mesmo ignoradas. É preciso amor da família. Mas amar não significa aceitar tudo o que o outro faz.

Por fim, a família deve buscar ajuda profissional no tratamento da dependência química. Nós da Clínica de Reabilitação Rio de Janeiro já ajudamos várias famílias a lutar contra esse mal e gostaríamos de ajudar você também! Contate-nos agora para saber mais!

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