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Tratamentos para compulsão sexual no Rio de Janeiro – RJ

Procurando por tratamentos para compulsão sexual no rio de Janeiro.

Ao contrário do que muita gente imagina, gostar de fazer sexo não tem relação direta com a compulsão sexual, ou seja, ter uma vida sexual ativa e intensa não é sinal de que a pessoa é compulsiva.

Quem tem compulsão sexual não consegue resistir aos pensamentos e desejos exagerados sobre o sexo. Trata-se de um transtorno psiquiátrico caracterizado por atos impulsivos e obsessivos envolvendo a prática sexual, com o agravante de que o compulsivo precisa saciar sua vontade imediatamente, não importando onde, como e com quem.

Na compulsão sexual, a pessoa tem comportamentos e fantasias sexuais em excesso, como masturbação frequente, uso de pornografia, parceiros múltiplos e ocasionais, sexo desprotegido sem se preocupar com as consequências. Confira a seguir quais são as causas e tratamentos possíveis para esse tipo de compulsão.

Causas da compulsão sexual RJ

Muitas vezes, o transtorno de compulsão sexual está ligado à ansiedade, mas também pode ser associado ao alcoolismo, dependência química, histórico familiar de compulsão, experiência de abuso sexual na infância, além de problemas pessoais e familiares.

Esses fatores geram desajustes psicológicos, alteram alguns neurotransmissores cerebrais e podem ter influência no desenvolvimento de quadros de compulsão sexual. Vale destacar que a maior parte (95%) dos casos de compulsão por sexo acontece com homens.

Tratamentos para compulsão sexual RJ

O tratamento mais indicado para esse tipo de compulsão é a psicoterapia, processo terapêutico que visa identificar os gatilhos de ansiedade e controlar o comportamento impulsivo ou compulsivo.  Através da terapia, é possível tratar as causas psicológicas da compulsão por sexo, o que requer intervenção profissional, uma vez que dificilmente a pessoa com compulsão consegue se livrar dos problemas sozinha.

Eventualmente, podem ser administrados antidepressivos e neurolépticos para inibir o apetite sexual. Tudo deve ser orientado pelo psiquiatra, já que a automedicação não é recomendada em nenhuma situação. O profissional responsável pelo tratamento deve, preferencialmente, ser especializado em transtornos de ordem sexual.

A proibição da masturbação, abstenção de pornografia e  jejum de sexo não bloqueiam o comportamento compulsivo e, portanto, não tratam o comportamento compulsivo. Como a compulsão é originada por ansiedade, essas restrições podem tornar a pessoa ainda mais ansiosa, aumentando significativamente as chances dela desenvolver outras formas de compulsão, pois a tendência é que ela sinta a necessidade de canalizar a energia e os desejos para os alimentos, jogos ou compras, por exemplo.

O que acontece se a compulsão sexual não for tratada?

Como o sexo está ligado ao prazer, nem sempre os compulsivos sexuais buscam tratamento. Em geral, quando jovens, a percepção que têm sobre de si é de serem hipersexualizados ou gostar muito de sexo. Eles não notam que os hábitos relacionados ao sexo ganharam um caráter patológico e, por isso, não se preocupam. Isso é preocupante, afinal, a compulsão sexual pode produzir impactos muito negativos se não for adequadamente tratada. Entre os prejuízos estão a perda de vida social, relacionamentos superficiais, riscos para a saúde, além de problemas familiares, profissionais, financeiros e legais.

O que é a compulsão sexual?

É uma modalidade de dependência na qual algum padrão de comportamento sexual torna-se incontrolável ou extremamente prejudicial para o homem ou a mulher.

Como exemplos, podemos citar o consumo desmedido de serviços sexuais (pornografia, prostituição, sexo virtual etc.), uso irrefreável de aplicativos de encontros, pensamentos obsessivos com situações sexuais diversas, assédio frenético, múltiplas aventuras e relações sexuais que trazem consequências negativas, masturbação compulsiva, entre outras situações.

Mais significativamente, o que define a compulsão sexual é o fato de a pessoa não conseguir conter determinada atividade ou padrão de comportamento sexual, a despeito dos prejuízos emocionais, sociais, profissionais, conjugais, físicos ou financeiros provocados por essa atividade ou padrão de comportamento.

Como a psicoterapia de orientação psicanalítica pode contribuir?

A psicoterapia individual é um dos pilares mais importantes para o tratamento desses casos, pois viabiliza uma oportunidade de o paciente entrar em contato consigo próprio, investigar, conhecer e cuidar das razões, causas e dificuldades que o levaram a esse modo de funcionamento, e também elucidar os impasses emocionais que o restringem e perpetuam os padrões compulsivos.

A abordagem psicanalítica não reduz o paciente ao sintoma, não restringe o problema a um comportamento ou a um quadro psicopatológico específico. Ao tratar do sintoma, do comportamento problemático ou do quadro diagnosticado, a psicanálise privilegia uma compreensão multifatorial da pessoa que busca tratamento. Busca colocar em movimento sua vida subjetiva, suas percepções, afetos, lembranças, pensamentos, suas relações interpessoais significativas no presente e no passado, bem como analisar suas contradições, divisões, defesas e conflitos. Aposta-se no dinamismo, na transformação singular e potencialmente curativa que surge a partir da análise, dos movimentos internos e externos que a análise fomenta e produz.

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