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Uso de antidepressivos cresce no Brasil

Vendas de antidepressivos crescem na pandemia
Não é novidade que 2020 foi um ano muito difícil para a grande maioria das pessoas. Não só aqui no Brasil, mas literalmente em todo o mundo. Entramos em uma pandemia no início deste ano que afetou vários setores, como a economia e, claro, a saúde. As vendas de antidepressivos também estão crescendo na pandemia. Trataremos desse tópico em breve.

Há pouco mais de um ano, desde que o coronavírus se tornou um grande problema para a humanidade, sabemos como o vírus se comporta, sua taxa de transmissão, sua letalidade e até temos vacinas eficazes para combatê-lo. No entanto, a Covid-19 é apenas a ponta do iceberg. Muitos outros problemas foram causados ​​pela pandemia.

Um deles, como falamos no início, é a economia. O mercado financeiro reagiu rapidamente quando a pandemia estourou há cerca de um ano. As bolsas de valores em todo o mundo entraram em colapso. E não foi apenas ruim para os investidores em ações.

Dada a forte transmissão do coronavírus e a velocidade com que estava se espalhando pelo mundo, vários setores tiveram que interromper as operações. Lojas, shoppings, parques, bares e outras atividades comerciais tiveram que fechar.

O isolamento social era a única saída para conter a pandemia. Obviamente, com a maioria das pessoas em casa, as atividades comerciais interrompidas estão tendo um efeito devastador na economia. Empresas vão à falência, pessoas perdem seus empregos e os preços dos produtos e serviços aumentam a cada dia. Tudo isso acabou levando a outro tipo de instabilidade também. Em Saúde Mental.

As vendas de antidepressivos crescem 17% ano após ano durante a pandemia

Isolamento social, desemprego, insegurança, insegurança, tudo isso e um pouco mais afetou a saúde mental do mundo. E não foi diferente no Brasil.

Uma pesquisa do Conselho Federal de Farmácia constatou que quase 100 milhões de caixas de medicamentos prescritos foram vendidas ao longo de 2020 – um aumento de 17% em comparação com 12 meses antes.
Amazônia e Ceará, em crise de saúde pública, lideraram o consumo durante a pandemia (29%). Em seguida, vêm o Maranhão (27%) e Roraima (26%). Em quinto lugar está o estado do Pará (25%). Entre os centros econômicos mais importantes do país, São Paulo ocupa a 18ª posição e o Rio de Janeiro o 20º em desenvolvimento socioeconômico de cada região do país. Além disso, o desemprego, a frequência de mortes por Covid-19 e a quarentena aumentaram o medo entre a população.

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